PAM: O Cérebro da Operação de iGaming

Salsa Technology

The iGaming Platform and Services provider of LatAm

maio 12, 2025

O Brasil passa por um processo inédito de regulamentação do mercado de iGaming. Para operar com segurança, legalidade e escalabilidade, é preciso mais do que licenças e estratégias comerciais — é preciso uma base tecnológica sólida. Conforme avança na leitura propomos explorar o componente mais crítico dessa estrutura: o PAM (Player Account Management), sistema que conecta todas as pontas da operação e garante o funcionamento de um ambiente regulado e acompanhar os próximos capítulos para se tornar expert em iGaming.

O que é o PAM?

PAM significa Player Account Management System, ou Sistema de Gerenciamento de Conta do Jogador. Ele é o núcleo central de qualquer operação de iGaming — responsável por gerenciar toda a jornada do usuário, desde o cadastro e verificação de identidade, até transações financeiras, controle de atividades e geração de relatórios regulatórios. Sem um PAM robusto, seguro e certificado, não é possível operar legalmente em mercados regulados como o Brasil.

Mais do que um software, o PAM é uma plataforma estratégica. Ele conecta todas as pontas da operação: jogadores, jogos, pagamentos, marketing, compliance e atendimento. É a partir dele que se constrói a escalabilidade, a confiabilidade e a conformidade regulatória da operação. Um bom PAM garante performance, segurança e agilidade, enquanto um PAM mal estruturado compromete a operação inteira — expondo o operador a riscos técnicos, legais e reputacionais.

O PAM é o Cérebro da Operação

O PAM gerencia funções críticas que mantêm a operação funcionando e em conformidade regulatória. Não se trata de um simples módulo — é o sistema nervoso central da operação. Deve atender aos mais altos padrões de compliance, escalabilidade, segurança e inovação tecnológica. Isso exige um processo contínuo de desenvolvimento, testes e certificações.

Principais Funcionalidades

  • Cadastro e verificação de jogadores (KYC)
  • Gestão de carteiras, saldos, bônus e cashback
  • Relatórios regulatórios
  • Controle de sessões e tempo de jogo
  • Ferramentas de jogo responsável
  • CRM, segmentação e campanhas
  • Sistemas antifraude e limites de risco
  • Integração com jogos, pagamentos, afiliados e muito mais

Segurança, Estabilidade e Compliance são Fundamentais

O PAM deve passar por auditorias, testes e certificações para garantir sua conformidade. Falhas em segurança, quedas de sistema ou ausência de atualizações podem gerar não só prejuízos operacionais, mas também multas regulatórias severas.

Certificações: A Base da Conformidade Regulatória

Para operar de forma legal e segura em mercados regulados, o PAM deve obrigatoriamente passar por um rigoroso processo de certificação. Essas certificações não são meras formalidades — são a garantia de que a tecnologia atende aos critérios técnicos, jurídicos e operacionais exigidos pelos órgãos reguladores.

Por que as certificações são essenciais? 

As certificações são os pilares que sustentam a operação legal, segura e confiável. Sem elas, não há autorização, nem credibilidade. A seguir, destacamos os principais motivos pelos quais a certificação de um PAM é indispensável para qualquer operação séria em mercados regulados como o Brasil:

  • Compliance regulatório: sem certificação, não há licença operacional em mercados como o Brasil.
  • Segurança e confiabilidade: validam a robustez da plataforma, incluindo criptografia, proteção contra fraudes e integridade dos dados.
  • Transparência e rastreabilidade: asseguram que cada transação, aposta e movimentação financeira seja auditável.
  • Prevenção de sanções: falhas em certificações podem resultar em advertências, multas pesadas e até suspensão da licença.

Quem certifica?

O processo de certificação deve ser conduzido por laboratórios independentes e credenciados junto aos órgãos reguladores. No Brasil, por exemplo, isso inclui laboratórios homologados pela Caixa Econômica Federal e pela nova estrutura da Receita Federal (SIGAP). Os mais reconhecidos globalmente incluem:

  • GLI (Gaming Laboratories International)
  • BMM Testlabs
  • eCOGRA
  • NMi / SIQ

Mas o que exatamente é avaliado no processo de certificação?

Reguladores e laboratórios analisam componentes técnicos, operacionais e financeiros da operação, garantindo que cada etapa — da arquitetura da plataforma à proteção dos dados — esteja em conformidade com os padrões exigidos. A seguir, veja os principais componentes que passam por essa validação:

  • Plataforma PAM completa: funcionalidades desde o registro de jogadores até relatórios regulatórios.
  • Módulo do Cofre (Vault): garante a segregação e rastreabilidade dos recursos financeiros dos jogadores.
  • RNG (Random Number Generator): assegura aleatoriedade e imparcialidade nos jogos proprietários.
  • Processos operacionais e relatórios: em formatos exigidos pelos reguladores.
  • Ambiente de infraestrutura: segurança da nuvem, arquitetura de dados, redundância e backups.

Certificação não é um evento — é um processo contínuo

Uma vez certificada, a operação não está isenta de novos exames. Os reguladores exigem que a empresa demonstre continuamente sua aderência às normas por meio de ciclos regulares de verificação e atualização. Isso mantém a integridade técnica e legal da operação ao longo do tempo e exige:

  • Revisões periódicas
  • Testes de regressão após atualizações
  • Auditorias externas
  • Conformidade com novas normas e leis

Sistema de Gestão: O Cofre (Vault)

O Cofre é um módulo de segurança essencial em operações reguladas, responsável por garantir a integridade, a segregação e a rastreabilidade de todos os recursos financeiros pertencentes aos jogadores. Sua principal função é assegurar que os fundos dos usuários estejam isolados do capital operacional da empresa, protegendo o jogador e garantindo a auditabilidade total da operação.

O Cofre também atua como ponto de integração entre o operador e o regulador. Ele coleta, organiza e transmite dados operacionais — como transações, saldos, atividades de jogo, limites e auto exclusões — por meio de arquivos em formatos específicos exigidos pelo órgão regulador, geralmente em ciclos pré-definidos (diários, semanais, mensais).

Trata-se de um requisito obrigatório para o licenciamento em mercados regulados como o Brasil, devendo ser certificado como parte da infraestrutura técnica da plataforma. A ausência de um Cofre funcional e auditável pode comprometer a operação inteira e resultar em sanções severas.

O PAM Está em Constante Desenvolvimento

O PAM nunca está “pronto”. Ele precisa evoluir continuamente, acompanhando mudanças regulatórias, avanços tecnológicos e transformações no comportamento dos jogadores. Essa adaptabilidade é o que garante que a operação mantenha sua relevância e performance ao longo do tempo.

Integrações: Conectividade como estratégia

Nenhuma operação de iGaming existe de forma autônoma. O sucesso depende da capacidade do PAM de se integrar com soluções externas que compõem o dia a dia da operação — desde pagamentos até ferramentas de marketing. Essas conexões permitem escalar, personalizar e automatizar, tornando o sistema não apenas funcional, mas verdadeiramente inteligente.

Um bom PAM deve estar integrado a uma ampla gama de soluções externas como:

  • Meios de pagamento
  • Jogos
  • Plataformas de marketing e retenção
  • Ferramentas de compliance e antifraude
  • Programas de afiliação
  • Aplicativos móveis
  • Sistemas de BI

O Valor Está no Ecossistema

Mais do que se conectar, é preciso orquestrar. Um PAM isolado entrega pouco valor se não estiver inserido em um ecossistema completo que permita fluidez operacional, visibilidade de dados e sinergia entre os módulos. Essa visão integrada é a base para operações escaláveis e sustentáveis em ambientes regulados e operar em um ecossistema completo deve incluir:

  • Pagamentos locais (PIX, boleto, carteiras)
  • CRM e automação
  • Afiliação
  • Conteúdo certificado
  • Sportsbook
  • Ferramentas KYC/antifraude
  • Relatórios regulatórios

Inteligência Artificial como Motor da Inovação

A inteligência artificial é o motor da próxima geração de operações iGaming. Está presente em toda a estrutura: análise de dados, personalização, automação, gestão de risco e criação de conteúdo. Investir constantemente em IA para tomar decisões melhores, detectar fraudes com mais eficiência, otimizar campanhas e aprimorar a experiência do jogador de ser IA é parte da inovação.

Desenvolver Internamente: Um Erro Estratégico

Operadores devem focar no que gera valor: experiência do usuário, aquisição, retenção e monetização. Desenvolver um PAM do zero é caro, lento e exige times altamente técnicos. Mesmo após anos, raramente atinge o nível de maturidade de uma solução pronta, certificada e consolidada.

Embora possa parecer vantajoso desenvolver uma solução própria — por controle ou personalização — o custo oculto, os riscos e o tempo de desenvolvimento tornam essa escolha perigosa. São até 24 meses de atraso, risco de falhas técnicas e de segurança, custo excessivo, riscos regulatórios, ausência de certificações e impacto direto na receita. Operadores devem focar no que gera valor: experiência do usuário, aquisição, retenção e monetização. Desenvolver um PAM do zero é caro, lento e exige times altamente técnicos. Mesmo após anos, raramente se atinge o nível de maturidade de uma solução pronta, certificada e consolidada.

Durante mais de 20 anos, vimos operadores bem-intencionados investirem em seus próprios sistemas e perceberem, tarde demais, que poderiam ter lançado meses antes com menos riscos e resultados superiores utilizando uma solução validada e isso, certamente, é um erro estratégico.

Não há espaço para improvisação em ambientes regulados. Processos devem ser rigorosos e auditáveis. Muitas empresas chegam até nós em colapso técnico após tentativas frustradas de desenvolver seu próprio sistema.

Foco no que Importa

Operadores bem-sucedidos focam seus esforços em aquisição, engajamento e retenção. A base tecnológica não é o core deles — é o nosso.

Operar no Brasil exige mais do que pressa: exige preparo, conhecimento regulatório e tecnologia que acompanhe a complexidade do setor. O PAM é o ponto de partida. E quando bem estruturado, define o sucesso da jornada.

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A Salsa Technology é uma provedora B2B de soluções tecnológicas para iGaming, com foco estratégico na América Latina e atuação consolidada no Brasil. Nossa expertise em ambientes regulados nos levou à criação da Fórmula-Bet, um ecossistema robusto, desenvolvido para atender integralmente às exigências técnicas, legais e operacionais do mercado brasileiro.

Com compliance total com o SIGAP e aderência às normas da SPA, a Fórmula-Bet reúne os principais componentes necessários para uma entrada segura e eficiente no mercado regulado:

  • Salsa Omni: plataforma PAM certificada, escalável e pronta para operar
  • Salsa Gator: agregador de jogos com mais de 19.000 títulos de 110+ provedores
  • Salsa First: solução de apostas esportivas pronta para o mercado brasileiro
  • Integrações nativas com métodos de pagamento (PIX, boleto, carteiras digitais),
  • CRM, KYC, antifraude e ferramentas promocionais
  • Conteúdo certificado e curado com foco em performance e adequação cultural
  • Módulos integrados de marketing, retenção, bonificação e automação

Mais do que uma fornecedora de tecnologia, somos um parceiro estratégico. Com equipes multidisciplinares e profissionais experientes do setor, oferecemos suporte próximo e especializado, da concepção à operação.

Operar com a Salsa é começar com confiança, evoluir com segurança e escalar com inteligência.

A Fórmula-Bet é a base ideal para operadores que desejam conquistar o mercado regulado brasileiro com velocidade, solidez e visão de longo prazo.

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Peter Nolte é CEO da Salsa Technology. Com mais de duas décadas à frente de projetos no setor de jogos online na América Latina, lidera a empresa com foco em inovação, regulação e expansão internacional.